terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Feliz Ano Velho

"Meu futuro é uma quantidade infinita de incertezas. Não sei como vou estar fisicamente, não sei como irei ganhar a vida e não estou a fim de passar nenhuma lição. Não quero que as pessoas me encarem como um rapaz que apesar de tudo passa muita força. Não sou modelo para nada. Não sou herói, sou apenas uma vítima do destino, dentre milhões de destinos que nós não escolhemos. Aconteceu comigo. Injustamente, mas aconteceu. É foda, mas que jeito..."
(Feliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva)
domingo, 11 de julho de 2010
Minhocas
Ontem à noite tive que me segurar pra não vir escrever meus desabafos baratos aqui. Primeiro, porque eu não gosto de desabafos. Segundo, porque eu prezo o bom português e ontem seria impossível pensar em qualquer tipo de coesão textual.
O engraçado é que ontem minha cabeça estava cheia de idéias, pensamentos, músicas, opiniões, poesias, etc. mas hoje de manhã, quando acordei, não me lembrei de nada. Não sei sequer o que me fez ficar assim, tão cheia de minhocas na cabeça.
Dormir faz bem.
O engraçado é que ontem minha cabeça estava cheia de idéias, pensamentos, músicas, opiniões, poesias, etc. mas hoje de manhã, quando acordei, não me lembrei de nada. Não sei sequer o que me fez ficar assim, tão cheia de minhocas na cabeça.
Dormir faz bem.
domingo, 4 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Ele não está tão afim de você
Ok. Pode ser que ele esteja, mas na imensa maioria das vezes não, ele não está tão afim de você assim. Talvez ele tenha dito aquilo no telefone por educação. Talvez ele tenha mandado uma mensagem porque não podia telefonar. Talvez ele tenha te olhado daquele jeito simplesmente porque estava bêbado.
Vamos parar de achar coisas que não existem onde queremos que existam. Vamos lidar com isso naturalmente, vamos parar com os joguinhos. Se um cara quiser alguma coisa com você, ele vai correr atrás, ele vai te procurar. É simples! E se você quiser alguma coisa com o cara, qual o problema de deixar isso à mostra? Vamos simplicar mais, complicar menos.
Vamos esperar menos do outro e fazer a nossa parte, sem exigir demais, sem cobrar o que não nos devem. Rasgue suas notas promissórias, não dê mais cheque sem fundo e saia do negativo no banco.
E se quiser investir, invista em você...
terça-feira, 29 de junho de 2010
Morfina

Não sei exatamente o quê tem me impedido de escrever aqui, se é a falta de inspiração, falta de vontade ou a falta de tempo. Mas sinto que tenho que voltar. Sinto que minha cabeça não vem funcionando normalmente como sempre funcionou. Sinto que meu corpo vem tentando me dizer que não está funcinando mais como sempre funcionou. Aí o que me resta nessas horas é só escrever, porque as palavras sempre funcionam.
Sinto de algum modo que venho me transformando em uma pessoa anestesiada. Com dores na cabeça, nós na garganta, apertos no peito... mas que na verdade não sente nada disso acontecendo. Tipo tomar morfina, manja? Você olha atentamente, vê os ponteiros do relógio distante baterem em uma velocidade mais que lenta, as pessoas falam e você não consegue compreender nem uma palavra sequer, o tempo não passa, você não sente, não pode fazer nada, mas ainda continua acordado. (Sim, eu já tomei morfina).
Marco encontros e não vou. Desmarco encontros e apareço. Telefono pra pessoas que não conheço cobrando coisas que não entendo. Envio e-mails pra pessoas sem acesso à internet. Ouço sim, ouço não. Sinto que estou existindo mas não sinto que estou vivendo.
Acho que tenho uma concepção errada sobre viver. Tenho guardada em mim essa sede de adrenalina, sede de medo, sede de uma emoção que nunca chega. Tenho saudades do que não vivi. Tenho vontade de conhecer coisas, pessoas, lugares. Tenho vontade de subir em um navio e me entregar ao oceano, mas tenho medo da minha âncora ser pesada demais. Tenho vontade de me permitir algo profundo, mas tenho medo de pular e não dar pé.
E eu sou tão rasa.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Dia das crianças
Texto originalmente escrito dia 12 de outubro de 2009.
Qua saudade de acordar nesse dia tão mágico e achar presentes na beirada da minha cama. Os presentes nada tinham de especiais, eram sempre pequenas lembrancinhas, mas que me faziam imensamente feliz. Engraçado como é o tempo. Naquela época eu ficava feliz com coisas tão banais, tão simples e tão singelas. Parece que quanto mais o tempo vai passando, mais vai se tornando dificil ficar feliz.
As preocupações aumentam, os problemas, as lamúrias... tudo fica maior e quase não sobra espaço pra ser, de fato, feliz. E a gente entra num ciclo tão vicioso e tão cômodo que nem percebe! O nome desse ciclo é rotina, e acho que é por isso que a infância é tão sublime pra mim. Porque ser criança significa não ter rotina. Significa ser sensível, ser observador, ser aberto. Significa ter o desconhecido na palma das mãos.
E como eu gosto de tudo que é desconhecido, misterioso, distante...
O segredo está em sim, continuar com a nossa rotina diária, mas tratar de impedir a rotina de pensamentos, de sonhos, de idéias.
Meu nome é Juliana e minhas concepções mudam de hora em hora. Quero voltar a ser criança. Vamos procurar tatu-bolinha comigo?
Ciências humanas
Ignorando o fato de que até a matemática tem variáveis, estão agora pedindo pra eu ter exatidão nos sentimentos. Tudo bem, então. Tome nota aí: meu sentimento nada é senão uma bela de uma incógnita, que somente será resolvida por meio de uma equação.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Língua Portuguesa
"Intenção sem ação é ilusão"
Ela e suas falsas juras,
Suas promessas etílicas,
Seus beijos de areia.
Tudo pó, tudo puff
Como show de ilusionismo.
Suas promessas etílicas,
Seus beijos de areia.
Tudo pó, tudo puff
Como show de ilusionismo.
Assinar:
Postagens (Atom)
