Gabriel nasceu lindo e saudável. Enorme, e ao mesmo tempo pequenino. A mãe nasceu naquele exato momento em que seus olhos se encheram com a visão concreta de seu filho, um pedaço dela unido a um pedaço do pai, que também nascia ali, naquele exato e indescritível momento. Na sala de parto, junto ao sangue, à força, às contrações e à uma aliviante peridural, nascia não só Gabriel. Renasciam também a Ju-mãe e o João-pai. Nasciam também os desafios e a paciência. Nasciam as noites mal dormidas e as fraldas sujas.
Porém, por mais que eu tente, minhas meras e vagas frases são incapazes de descrever o que é renascer, o que é me descobrir e me ver mãe. Ali, na sala de parto, além de tudo que nasceu e renasceu conosco, nascia também uma forma completamente límpida e pura de amor. Um amor que conforta, que completa, que alegra e faz chorar. Um amor que, acreditem, é tão grande que chega até doer (e não há peridural neste mundo que anestesie, o que é melhor ainda).
3 comentários:
e foi por pouco que não chorei
beijos, linda
(L)
a ju-mãe e o joão-pai são ainda mais admiráveis, e o Biel é a coisa mais linda desse mundo.
eu te amo!
Te amo muito Ju
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